A dificil arte de renascer da Fênix
É o estado de espirito humano de aceitar as transformações
Que a vida proporciona...
Deixando morrer o morribundo
Fazendo nascer o amor que merecer ser cultivado.
Paulo Tiago Akio Ogura
Um espaço de questionamentos e registros de minha pessoa sobre ações do mundo em mim e minhas no mundo.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
Essa neblina esconde o dia do amanhã
Esconde você de mim e ando no vão.
O que fazer quando não se consegue limpar a visão?
Não compreendo como a vida passa
Todo santo domingo parece que a chuva não para
O que fazer para nós entendermos que o tempo não se controla?
Quanto mais tentamos controlar menos vida há.
Tudo tem um fim e ele vai chegar
Quanto mais enrolarmos, mais vai demorar para se levantar
Quanto tempo se passou?
Quanto tempo você fugiu assim?
O tempo escorre pelas mãos
não tem para onde fugir
Vê se acorda, vê se volta
Se não seria melhor assim...
Nessa solidão sem fim
Nessa angustia de mim?
Neste não saber
Só quero estar com você
que não esta aqui
pois assim devo partir para o tempo sem fim.
Esconde você de mim e ando no vão.
O que fazer quando não se consegue limpar a visão?
Não compreendo como a vida passa
Todo santo domingo parece que a chuva não para
O que fazer para nós entendermos que o tempo não se controla?
Quanto mais tentamos controlar menos vida há.
Tudo tem um fim e ele vai chegar
Quanto mais enrolarmos, mais vai demorar para se levantar
Quanto tempo se passou?
Quanto tempo você fugiu assim?
O tempo escorre pelas mãos
não tem para onde fugir
Vê se acorda, vê se volta
Se não seria melhor assim...
Nessa solidão sem fim
Nessa angustia de mim?
Neste não saber
Só quero estar com você
que não esta aqui
pois assim devo partir para o tempo sem fim.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
.
A minha agitação dislexia
Não me deixa dormir
Minha mente perturbada por tufões de imagens cores e sons
Nauseiam meu ser
Para tentar entender mais um texto que meu ser jorra no
papel
Daquilo que corre dentro de mim...
Dos sentimentos indefinidos...
Eu sempre paro na segunda silaba...
Senti... o mentos somem sem deixar rastros para o racional
não o pegar...
Paulo Tiago Akio Ogura
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Quem sabe um dia eu possa vir a ser um poeta
para poetizar a vida
Desconcretizar meus sentimentos depositados
Transcrever minha alma no papel
Saber que hoje em dia a palavra não tem valor
falar fazer fazer falar nada importa pois
Tudo muda num instante
O efemero sentimento não é trabalhado
Não é sentido
é deixado no papel
Sem nenhuma alma sequer tocar
Paulo Tiago Akio Ogura
para poetizar a vida
Desconcretizar meus sentimentos depositados
Transcrever minha alma no papel
Saber que hoje em dia a palavra não tem valor
falar fazer fazer falar nada importa pois
Tudo muda num instante
O efemero sentimento não é trabalhado
Não é sentido
é deixado no papel
Sem nenhuma alma sequer tocar
Paulo Tiago Akio Ogura
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
À minha criança...
Prometi
não escrever sobre a dança esse ano,
mesmo porque nem um grupo de dança está formado... aliás o grupo vem
desconfigurando a cada instante... será que foi o tempo da dança? Estaria eu
intuindo que esse seria o meu ultimo ano?
A vida
vem dando bordoadas de todos os lados e minha criança interna vem acuando a
cada dia mais para dentro na fuga das dores da vida em busca de respostas
imediatas... O vai não vai que não foi de uma promessa ainda não cumprida...
desanima o corpo que quer se mexer... que tinha um objetivo... mas como numa
brincadeira de criança, o tempo passa sem que se perceba... assim como ela, a
brincadeira, perde o sentido com uma facilidade ímpar... O que eu sinto não se
dá no sentido lúdico... o tempo que passa
sem nada acontecer... sem um sentido real da questão... é um tempo apenas... é
um não ocupar... é vazio de sentido.
O
desenvolvimento de uma ideia tem um determinado tempo e que deve ocupar um
espaço. Sem a ocupação do espaço, a ideia, a criação não passa de uma
fantasia... de um fantasma que assombra a todos... mas é preciso deixar que as
coisas rolem no tempo que devem rolar... Isso eu sei de cor e salteado,
racionalmente falando, mas não estou falando do racional... estou?
Quais
são as nossas fugas internas para dar sentido ao que se está vivendo? Eu tenho
descoberto muitas dentro de mim, fugas que me levam para a fantasia, para a
escrita, aliás a escrita me ajuda a concretizar minhas ideias fugitivas da
vida...
A
dança da vida está no descompasso do meus pés embriagados e saudosos do tempo
ido... mas a vida não é só o passado, ela tem o futuro e são esses mesmos pés
que travam para seguir na dança da vida... eu estou parado esperando o ritmo
entrar em meu corpo novamente para voltar a movimentar os pés... para enfim dar
o primeiro passo, o segundo... o terceiro e finalmente começar a dançar.
Por
vezes, fico refletindo o que eu devo fazer para conseguir dar os passos
necessários para a dança realmente sair... e me vem a imagem da mala, da mala
que carrego comigo para todos os lugares. A mala que pesa a alma de todas as
coisas que eu fiz e deixei de fazer.
Pesa a
escolha... o meu compromisso com a dança seria uma fuga? Ou eu estaria escrevendo
tudo isso pelo fato de saber que não vou poder dançar durante um mês?...
O que
eu sinto é que meus pés estão no vazio. Balançando, tentando encontrar um chão
para o corpo sentir: “Agora vai”... mas esse chão ainda não é chão... é o momento
da espera... mas a criança não espera... ela é o aqui e agora, no máximo no
instante seguinte...
Sim,
esse é um momento que eu tenho que esperar por muitas coisas, porque parte da
vida se faz da espera. Não da espera pacifica, bucólica, mas da espera ativa
que nos lança para a vida... mas sempre é acompanhada da angustia da não
resposta...
Sendo assim
o que me resta é deixar as coisas acontecerem... se dançarei? Não sei dizer,
porque até agora não há nada... e meus horários e minha condição física e
emocional também não estão lá essas coisas... o que eu posso dizer é que mesmo
que eu não possa dançar esse ano, baterei palmas para o processo, farei uma
reverencia para minhas angustias, darei um viva para a criança que ainda não
morreu dentro do mim.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ai que saudades...
que me prende naquele lugar
entre montanhas e neblinas
que minha mente teima em me transportar
O medo
que me forçou a me esconder
em minha tagarelice
e no calado sentimento.
não é só a sua delicadeza das
pétalas
nem a sua agressividade de seus
espinhos
mas é a sua presença
como transpor o medo
sem ferir o outro?
Oh! saudades
daquele tempo
daquele lugar
de você...
Paulo Tiago Akio Ogura
Paulo Tiago Akio Ogura
terça-feira, 30 de abril de 2013
Até agora tudo deu errado
não conseguimos nos encontrar
não devemos perder a calma
pois vamos nos achar
Pensei a semana inteira
tentando descobrir o que há
parece que o destino não quis, até agora
parece que a vida virou assim, eu não vou embora
Mas agora vou deixar
e ver o que há
Vou me permitir você entrar
Vou me abrir, mas por favor não se esqueça
que eu vou deixar
deixar rolar
Sinto que tudo vai mudar quando a gente se encontrar
se a gente não abrir mão do medo que tentamos controlar
não seremos mais
O que aconteceu? Eu não sei explicar
mas essa busca não é em vão
deixa vir do coração
você entrou na minha vida
e agora não posso deixar você partir assim
Vamos nessa estrada, sem medo de nos conhecer
o único arrependimento seria não estar com você
se estou desse jeito, sem jeito
é porque você me faz querer ser
Mas agora vou deixar
e ver o que há
e vou me permitir ficar.
não conseguimos nos encontrar
não devemos perder a calma
pois vamos nos achar
Pensei a semana inteira
tentando descobrir o que há
parece que o destino não quis, até agora
parece que a vida virou assim, eu não vou embora
Mas agora vou deixar
e ver o que há
Vou me permitir você entrar
Vou me abrir, mas por favor não se esqueça
que eu vou deixar
deixar rolar
Sinto que tudo vai mudar quando a gente se encontrar
se a gente não abrir mão do medo que tentamos controlar
não seremos mais
O que aconteceu? Eu não sei explicar
mas essa busca não é em vão
deixa vir do coração
você entrou na minha vida
e agora não posso deixar você partir assim
Vamos nessa estrada, sem medo de nos conhecer
o único arrependimento seria não estar com você
se estou desse jeito, sem jeito
é porque você me faz querer ser
Mas agora vou deixar
e ver o que há
e vou me permitir ficar.
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