É, a vida é fragil... um descuido...
Saber valorizar as pessoas é algo dificil...
Saber dar o que deve ser dado, mais dificil ainda...
pois no fundo...
A vida é rara e bela para fugirmos de nós mesmos,
Justificando-se com ideias obtusas e restritas de uma visão nebulosa da vida pelo prisma da dor...
Um espaço de questionamentos e registros de minha pessoa sobre ações do mundo em mim e minhas no mundo.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
É... a
vida...
Ela tem um
que misterioso que todos tentam descobrir...
Desvendar...
Porém ela
se mostra incontrolável,
Apesar de
todos tentarem controlá-la
É... a
vida...
Por vezes,
ela voa e os caminhos se mostram claros...
Por vezes,
há apenas escuridão e obstáculos
Neblina...
A vida?
É para ser
vivida e não escrita...
Então qual
seria o motivo pelo qual se escreve tanto sobre ela?
A vida?
Ela é
assim, vivendo, vivendo e aprendendo e desaprendendo
Parte da
vida
Parte
Vida
Vida
Que parte
Assim...
domingo, 22 de dezembro de 2013
Que venha a vida!
O fim de ano é assim...
Olhamos para o que passamos e refletimos o que vivemos...
Limpamos a casa, jogamos fora os papeis acumulados
Guardamos fotos e lembranças
Deixamos os romances inacabados de lado
Erramos os acordes e as tonalidades para um afinar num novo
tom
Tocamos as musicas que passaram por nossas vidas
Deixamos a tristeza e as alegrias,
Nem que por alguns segundos para trás
Porque no fundo um novo ano está para começar...
Todo começo é fim de algo.
Os fluidos sentimentos dançam
Nas pautas da vida, com suas pausas
Com seus fins.
É... fim de ano é assim.
Limpeza do que não cabe mais
Jogar fora o que ocupa para deixar entrar
Tudo aquilo que a vida vai nos proporcionar.
E que consigamos deixar entrar tudo o que estiver por vir!
E que consigamos deixar entrar tudo o que estiver por vir!
Boas festas para quem comemora!
Para quem não... que venham os dias para se viver!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Meu ser está ai...
Procurando por coisas que os olhos não veem.
No vazio dos espaços ainda não ocupados
De uma alma alerta na esperança
De um novo amanhecer
Do desabrochar das mais belas flores na primavera
Minhas pupilas estão vazias
Da minha agitação infantil de conhecer o mundo
Meu ser está cheio...
Dos medos recorrentes da minha senil história
de desaventos da vida.
O que procuro não tem nome, cor ou forma...
O que eu procuro se apresenta.
Na simples presença
Na presença que não consigo esquecer.
Paulo Tiago Akio Ogura.
Procurando por coisas que os olhos não veem.
No vazio dos espaços ainda não ocupados
De uma alma alerta na esperança
De um novo amanhecer
Do desabrochar das mais belas flores na primavera
Minhas pupilas estão vazias
Da minha agitação infantil de conhecer o mundo
Meu ser está cheio...
Dos medos recorrentes da minha senil história
de desaventos da vida.
O que procuro não tem nome, cor ou forma...
O que eu procuro se apresenta.
Na simples presença
Na presença que não consigo esquecer.
Paulo Tiago Akio Ogura.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Essa neblina esconde o dia do amanhã
Esconde você de mim e ando no vão.
O que fazer quando não se consegue limpar a visão?
Não compreendo como a vida passa
Todo santo domingo parece que a chuva não para
O que fazer para nós entendermos que o tempo não se controla?
Quanto mais tentamos controlar menos vida há.
Tudo tem um fim e ele vai chegar
Quanto mais enrolarmos, mais vai demorar para se levantar
Quanto tempo se passou?
Quanto tempo você fugiu assim?
O tempo escorre pelas mãos
não tem para onde fugir
Vê se acorda, vê se volta
Se não seria melhor assim...
Nessa solidão sem fim
Nessa angustia de mim?
Neste não saber
Só quero estar com você
que não esta aqui
pois assim devo partir para o tempo sem fim.
Esconde você de mim e ando no vão.
O que fazer quando não se consegue limpar a visão?
Não compreendo como a vida passa
Todo santo domingo parece que a chuva não para
O que fazer para nós entendermos que o tempo não se controla?
Quanto mais tentamos controlar menos vida há.
Tudo tem um fim e ele vai chegar
Quanto mais enrolarmos, mais vai demorar para se levantar
Quanto tempo se passou?
Quanto tempo você fugiu assim?
O tempo escorre pelas mãos
não tem para onde fugir
Vê se acorda, vê se volta
Se não seria melhor assim...
Nessa solidão sem fim
Nessa angustia de mim?
Neste não saber
Só quero estar com você
que não esta aqui
pois assim devo partir para o tempo sem fim.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
.
A minha agitação dislexia
Não me deixa dormir
Minha mente perturbada por tufões de imagens cores e sons
Nauseiam meu ser
Para tentar entender mais um texto que meu ser jorra no
papel
Daquilo que corre dentro de mim...
Dos sentimentos indefinidos...
Eu sempre paro na segunda silaba...
Senti... o mentos somem sem deixar rastros para o racional
não o pegar...
Paulo Tiago Akio Ogura
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