quinta-feira, 12 de março de 2009

Terapia do Silêncio

Eu escutei uma pessoa falando sobre a terapia do silêncio, ou seja trata a pessoa sem ela falar nada sobre ela, isso com a ajuda de um software que mexe com medicina informacional. Mas fiquei pensando o motivo da importancia de se verbalizar.
1) reorganizar a mente, que muitas vezes está uma bagunça pois não fazemos questão de organizá-la, devido a isso, ficamos confusos e mais entulho guardamos em nossas mentes.
2) a razão de alguém nos escutar, sublinhe, escutar. Andamos num mundo que a escuta é vazia, assim como as frases as são. Não querendo entrar muito no mérito, mas será que estamos realmente na cultura do vazio? Ou isso mostra mais do que um vazio, uma angustia tremenda de ser descoberto?
Penso muito na questão da violência, muitas vezes não queremos mostrar a nossa violência, uma vez que odio é pecado, consequentemente a raiva também, porém acredito que precisamos lidar com ambos, pois se não acontece de pessoas quererem matar outras de forma cruel e aparentemente sem sentido algum.
3) nos angustiar ao necessitar falar algo que incomoda, algo que parecia ser impossivel, e que após a verbalização, o alivio tremendo, ou a culpa, ou qualquer outro sentimento relacionado a questão em si.
4) O não dito. Importante, mas cruel, um segredo dentro de um grupo, um segredo que não é realmente um segredo, porém é algo "proibido" de ser dito, seria um crime, uma infração às pessoas que tem o "segredo", fazendo com que a vivencia corporal não dita se encrustre na carne, no corpo, dando sequencia as gerações futuras, de forma inconsciente e irregular.
5) Saber que o profissional da saude que está a sua frente, realmente está te escutando e não arrancando segredos. A falta de verbalização me soa estranho. Tenho que pensar mais no assunto.
noite

invasão de privacidade

Nossa, quanto tempo...
Um espaço somente meu... acho... estava no momento de voltar a escrever, pois sempre é bom, né?!
Fiquei pensando em muitas coisas esses dias, uma delas foi o seguinte. Todos os dias vou e volto de onibus para o trampo, nada como algo saudavel para qualquer pessoa. Super lotação de onibus, coisa agradável, porém, se eu sair mais tarde, fica pior se sair mais cedo chego muito cedo no trampo, o que não é muito bom. Pensava sobre as frases que eu escutei algum dia dentro do meio academico... "se o coletivo fosse bom, ninguém que pegasse onibus teria uma condição psiquica precaria". Genial!! Fiquei a pensar sobre muitas coisas, o quanto eu passo mal dentro de onibus e como eu entendo as pessoas que inflam seus egos dentro dos carros sem nenhum acompanhante.
Sinto meu corpo em estado de stress a todo momento, como se eu fosse ser atacado a qualquer instante por qualquer um... minhas costas se curva numa maneira de protejer-me... crio musculos nas costas para que aguente uma faca e sobreviver. Meu espaço privado e corporal é invadido a todo o momento, uma fobia social se instaura... cheiros estranhos, janelas estupidamente fechadas, o calor infernal dos asfaltos e falta de verde na Terra da natureza.
Começo a sentir, algum possivel motivo para que surja a sindrome de panico nestes tempo, eu fico claustrofóbico por diversas vezes, inclusive quando tem somente homens ao meu lado... tenho que adimitir que quando há mulheres fica menor a ansiedade de sair correndo. Melhor momento se dá quando saiu do onibus, um alivio imenso.
Fiquei pensando nos motoristas de carro e de moto e seus comportamentos, pois isso pode estar fortemente ligado.
O motorista de carro, tem um espaço maior, o ego pode se expandir, ou seja, muitas vezes não presta a devida atenção e os acidentes ocorrem, pois o espaço corporal está maior e protegido.
Já o motoqueiro, tem apenas o capacete para se proteger, porém seu ego em cima da moto não tem limites, por esse motivo os motoqueiros se arriscam tanto nas ruas de São Paulo, pelo mesmo motivo, eles podem ser agressivos. Isso me veio, ao pensar num desenho animado do Pateta. Ele muda de comportamento, assim que deixa de ser mister Walker para se tornar mister Driver. Eu também mudo quando estou em posições diferentes, o que é muito doido. Creio que tem muitas pessoas que não percebem isso, pois se utiliza de apenas um meio de transporte, ou seja, nao conhece o outro lado da moeda.
Seria o poder que cada veiculo te dá??? bom, isso fica para a proxima.
boa noite

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

semelhante, igual, completamente diferente

Eu estava pensando em algumas coisas que não estão organizadas suficientemente em minha cabeça. Era uma questão que envolvia a psicologia, uma questão que envolveu a natureza humana. Estava lendo um texto escrito por algum americano com suas ideias de brasileiro, que seriam uma lei da atração simplista no sentido que o igual atrai igual...
Sei que não vivi muito para saber se é verdade, mas acredito que se pensarmos nas pessoas, nem sempre a pessoa que está ao seu lado é realmente igual a você para estar junto, muitas vezes, é completamente o oposto disso e isso que prende a atenção de ambos.
Penso nas pilhas, onde o polo positivo deve ficar encostado no polo negativo, para que funcione, para que corra a corrente e faça funcionar qualquer aparelho.
Ou mesmo o Imã, objeto que repulsa seus polos iguais. Mas por algum motivo eles ainda acreditam e usam a fisica como explicação para justificar essa frase dos semelhantes atraem semelhantes.
Entendo que na Homeopatia, se utiliza de remédios semelhantes à doença para que o corpo reaja. Vendo por esse lado, penso que novamente, o remédio que estimula o corpo a reagir com os anticorpos, é o lado oposto dele, e não o lado semelhente, ele é semelhante ao sintoma, mas oposto ao corpo, por isso que ele fabrica seus anti-corpos com febre para expulsar os corpos estranhos em seu interior.
Penso que as coisas acontecem, ou encontramos pessoas quando estavamos abertos, não importando muito o que aconteça. São nossas portas que deixamos levemente abertas para que a outra pessoa entre e se acomode aconchegantemente dentro de cada.
Fácil falar, dificil é saber como fazer isso. Muitas vezes, estamos fechados para o mundo, pois ele se torna de alguma forma terrífico, medonho, horripilante.
Nem sempre conseguimos confiar no outro, pois por vezes a vida, mesmo que curta nos ensina a não confiar nas outras pessoas. Inclusive quando estamos em frente a televisão, onde se vê muitas desgraças, mas ninguém para nos apoiar. Acho que se formou minha resposta a uma questão que minha professora me fez em meu tcc, questionando-me a diferença entre a violencia dos contos de fadas e da televisão. Quando se conta o conto de fadas, as crianças tem a figura do adulto protejendo-a enquanto que na televisão o adulto está tão vulnerável quanto a criança e assim a criança não se sente segura, ou seja, perde a confiança daquele que deveria ser a "proteção" dela, mesmo que não seja total verdade, pois se a pessoa também, não se mostra segura contando o conto de fadas, a criança também percebe e assimila isso como um aprendizado de não confiar nos outros.
E como fazer para sermos pessoas confiáveis??
ai está um outra pergunta que não vou conseguir responder neste momento... assim como não respondi a anterior.
Vou ficando por aqui.

boa semana

boredom

I can't believe, my life getting boring... In my job I just use the computer, I do some staffs in excel. I transported some platform, but for some reason, it is not working as it does.
I miss my creative session, and my arts, but I might do it, because I need money to survive, to be my own in short time.
Where is my music? I miss it a lot!!!!!!
I really dislike my new job, I started it Friday at 13 of February. I could be a sign... hahahaha.
Anyway, I have to sleep, to wake up at 5:50
OK, I think I need to say all this staffs..
bye

see ya

sábado, 14 de fevereiro de 2009

It strange, I started to work in a clinic, which use a machine.
I am afraid of people started to be confidence in this machine and stop to tough the other person, with hands, eyes, hearing etc.
why I am telling this, because I learnt that we might look, we should be shock with the strange story, whereas we will be a machine too. Just doing the job without thinking about what this change in the history.
I feel like Blade Runner, look through machine to see the men.
I don't know really what will happen, for that reason I will write here again and again
see ya

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

OH Gosh
I'm not good and
I don't know what happen,
I tried to figured out but I couldn't.
What I should do to move it from me?
I'm a little sad of something
God what is this???
I would like to close my eyes and could see everything that I have to do.
but I could not do it.
Crazy
What we can do for someone?
It is the right question...
maybe...
I don't know anymore,
I'm lost.
bye

domingo, 8 de fevereiro de 2009

:&

Não sei o que me espera no futuro, para mim, as coisas estão cada vez mais estranhas, incrivel como pensava que teria alguma certeza algum dia... nesses, estou pensando e procurando emprego, acho que estou engatinhando em tudo, incrivelmente, fiquei travado... minhas costas travaram no meio de uma noite, acho que fora quarta feira passada. Ainda coloco salompas para melhor as dores, mas incrivelmente ainda não parou de passar.
Acabei de acordar, capotei após um almoço, de uma chuva rápida de verão, agora está quente pacas.
Fico pensando muito nas coisas que as pessoas falam de ir atras de um sonho, acho que eu o perdi em algum lugar, será que sou somente eu, ou isso se perdeu, se for só eu, tenho que reencontrar comigo e conversar durante um tempo para redefinir o sonho. Agora, se for de outras pessoas, seria eu mais um sintoma de uma sociedade.
Coisas loucas a se pensar, né?!
Enfim, vou seguir os caminhos que estou abrindo para tentar encontrar algo que seja eu.